A bactéria que causa a maior parte dos casos de úlcera estomacal está presente no sistema digestivo humano desde que o Homo sapiens saiu da África, há 60 mil anos, segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira na revista científica Nature.
Cientistas do Instituto Max Planck para Infecções Biológicas na Alemanha, compararam variações no genoma do Helicobacter pylori com as variações encontradas no código genético humano.
A equipe descobriu padrões quase idênticos quando analisaram a variedade genética entre 769 amostras do Helicobacter pylori, retiradas de voluntários do mundo todo, pertencentes a 51 etnias diferentes.
Colocados em um modelo de computador, os dados mostraram que a bactéria migrou do leste da África há cerca de 58 mil anos, o que coincide com a época em que os humanos começaram a se espalhar pelo mundo.
Seguindo o modelo evolutivo "Saído da África", o Homo sapiens teria surgido no leste do continente por volta de 200 mil anos atrás.
A saída da África é, variavelmente, colocada entre 50 e 70 mil anos atrás.
Mas as rotas e a cronologia da grande diáspora não são bem entendidas, e a saída da África pode ter ocorrido em várias ondas.
Se a Helicobacter pylori é um indicador confiável da migração humana, a bactéria pode ajudar a esclarecer estes pontos obscuros, segundo o estudo.
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quinta-feira, fevereiro 08, 2007
segunda-feira, outubro 23, 2006
Divisão Evolutiva
A humanidade pode se dividir em duas sub-espécies em 100 mil anos, segundo o teorista evolucionário Oliver Curry, da London School of Economics, na Grã-Bretanha. De acordo com Curry, a raça humana se dividiria em uma "classe alta" e uma "classe baixa".
A raça humana iria atingir seu pico no ano 3000, segundo ele. As pessoas ficariam mais seletivas em relação a seus parceiros sexuais, fazendo com que a humanidade se dividisse em sub-espécies. Os descendentes da "classe alta" genética seriam altos, magros, saudáveis, atraentes, inteligentes, criativos e bem diferentes da "classe baixa" de humanos, que teria se tornado um grupo de criaturas pouco inteligentes e baixas.
Porém, em um futuro mais próximo, os humanos vão se desenvolver em mil anos como gigantes, com alturas entre 1,80 metro e 2,15 metros e a expectativa de vida aumentaria para 120 anos, segundo a previsão de Curry. A aparência física, que indica saúde, juventude e fertilidade, vai melhorar, diz ele. Homens vão ter expressões faciais simétricas, corpos atléticos, maxilares quadrados, vozes mais grossas e pênis maiores. Já as mulheres irão desenvolver pele mais clara, macia e sem pêlos, olhos claros e grandes, seios maiores e cabelos brilhantes. As diferenças de cor serão anuladas, produzindo pessoas com cor de café.
A raça humana iria atingir seu pico no ano 3000, segundo ele. As pessoas ficariam mais seletivas em relação a seus parceiros sexuais, fazendo com que a humanidade se dividisse em sub-espécies. Os descendentes da "classe alta" genética seriam altos, magros, saudáveis, atraentes, inteligentes, criativos e bem diferentes da "classe baixa" de humanos, que teria se tornado um grupo de criaturas pouco inteligentes e baixas.
Porém, em um futuro mais próximo, os humanos vão se desenvolver em mil anos como gigantes, com alturas entre 1,80 metro e 2,15 metros e a expectativa de vida aumentaria para 120 anos, segundo a previsão de Curry. A aparência física, que indica saúde, juventude e fertilidade, vai melhorar, diz ele. Homens vão ter expressões faciais simétricas, corpos atléticos, maxilares quadrados, vozes mais grossas e pênis maiores. Já as mulheres irão desenvolver pele mais clara, macia e sem pêlos, olhos claros e grandes, seios maiores e cabelos brilhantes. As diferenças de cor serão anuladas, produzindo pessoas com cor de café.
Curry ressalta que em 10 mil anos, os humanos irão pagar um preço genético por confiar na tecnologia. Corrompidos por invenções criadas para suprir suas necessidades diárias, eles poderiam acabar ficando cada vez mais parecidos com animais domesticados. Habilidades sociais, como a comunicação e a interação com outras pessoas poderiam ser perdidas, juntamente com emoções como amor, compaixão e respeito. As pessoas ficariam menos propensas a se importar com as outras ou realizar atividades em grupo.
Também poderiam ocorrer problemas de saúde por causa da confiança na medicina, resultando em sistemas imunológicos fracos.
Prevenir a morte também ajudaria a preservar os defeitos genéticos que causam o câncer, acrescentou Curry. No futuro, a seleção sexual - escolher o parceiro - poderia criar mais e mais desigualdade genética.
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